segunda-feira, 18 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
CASAS MARCADAS
Prêmio de Menção Honrosa no 12º Festival Internacional de Cinema de Arquivo (Recine) - Dezembro de 2012.
Tema: Desapropriações no Morro da Providência, favela mais antiga do Brasil, centro da cidade do Rio de Janeiro.
A história se repete, para que me serve este progresso, se agora que está ficando bom tenho que ir embora?
Direção : Adriana Barradas, Alessandra Schimite, Ana Clara Chequetti, Carlos R. S. Moreira (Beto), Éthel Oliveira e
Juliette Lizeray
Montagem: Carlos R. S. Moreira ( Beto )
Câmera: Carlos R. S. Moreira ( Beto ) e Juliette Lizeray
Som: Ana Clara Chequetti e Éthel Oliveira
Sttil: Alessandra Schimite e Adriana Barradas
Pesquisa: Alessandra Schimite e Carlos R. S. Moreira (Beto) Exposições: Muro da favela - Fotógrafo Maurício Hora e Esculpido Muros - Artista plástico Vhils
Imagens de arquivo: Arquivo Nacional e Fotógrafo Maurício Hora
Arquivo Nacional: Grupo Executivo do Recine / GERE, Edição de Vídeo / CODAC, Digitalização de imagens / COPAC, Sala de Consulta / COCAC e Divulgação / PI e ASCOM
Rio de Cinema: Ricardo Favilla / Produção Executiva, Elfi Fenske / Produção Executiva, Rafael Favilla / Produção, Flávia, Prosdocimi / Programação, Adriana Oliveira / Administração e Lucas Molinari / Produção Oficina
MP2 Produções: Andrea Camargo / Produtora Executiva, Aída Marques / Diretora e Daniel Abib / Editor
Agradecimentos: Cristiano Menezes, Rádio MEC, EBC, Escola de Cinema Darcy Ribeiro, INARRA UERJ e FASE - RJ
Informaçõs locais:
http://forumcomunitariodoporto.wordpr...
http://www.favelarte.org.br
CARTA ABERTA À POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO
Gostaríamos que o povo da cidade do Rio de Janeiro soubesse que os moradores da Providência não são invasores nem contra a urbanização! Somos mulheres e homens que moramos aqui porque temos uma história aqui e precisamos sobreviver! A maioria dos moradores está aqui há mais de 20 anos, toda nossa vida é aqui, a dos nossos filhos, dos nossos netos! Tudo é perto, escola, hospitais, trabalho, mercado, lazer etc. Acreditamos a Prefeitura é a principal responsável por todo esse transtorno e estamos unidos para garantir que nenhuma casa mais seja derrubada e que as melhorias nos beneficiem!
Para finalizar, o legado social da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 que queremos é permanência na Providência e a garantia de que também poderemos viver nesta cidade maravilhosa! Pedimos à população carioca que nos ajude a divulgar o que está acontecendo com a nossa cidade!
Comissão de Moradores da Providência e Fórum Comunitário do Porto
Leia a carta na integra em:
http://forumcomunitariodoporto.wordpr...
segunda-feira, 4 de março de 2013
BEAT SURRENDER SEGUNDA EDIÇÃO!
Segunda edição com o melhor do Blue Beat, Skinhead Reggae , Mod Rock & Ska Jazz, no Porto Pirata rua Lopes Souza 24, Praça da Bandeira, Rio de Janeiro!
Tributo especial às vozes femininas em homenagem ao mês das mulheres, com o melhor do Soul Full: Phyllis Dillon, Marcia Griffths, Millie Small, Doren Shaffer, Dawn Penn, Nora Dean! Além de The BodySnatchers, Pauline Black (The Selecter) e contemporâneos como The Dreamlets!
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SKINHEAD REGGAE
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Tarantino é isso: uma contemplação para entender (ou desencanar) Django livre.
Tarantino é isso: Poucas salas na cidade em que
seu filme esta sendo exibido, ainda assim com pouco publico, mesmo sendo este
grande diretor hoje gozando de certo status
pop. Suas excentricidades já não causam mais espanto. Então porque ainda
causa tanto frizon quando seus filmes são lançados?
É
porque Tarantino é como os outros ídolos de nossa adolescência que nunca
abandonam seus princípios. Princípios estes que não estão numa mera permanência
de idéias, mas numa sincera autenticidade ( e principalmente) espontaneidade.
Isso
não tem nada a ver com comodismo. Ele não é desses medalhões de Hollywood que
assim como os consagrados jogadores de futebol vivem de nome. Mesmo assim continua
sendo um experimentalista como o próprio tempo em que vive exige. Ele segue o
fluxo sem se corromper. E melhor: aproveitando-se do sistema hollywoodiano, tem
feito filmes que sempre sonhou um dia fazer quando ainda era um cinéfilo
adolescente em processo de povoamento de todo o seu imaginário como referencial
vindouro. Por isso ainda (e será sempre) um dos grandes nomes do nosso cinema
contemporâneo e ad infinitum.
Interpretações
memoráveis já colocam este filme como um dos maiores filmes, senão, o maior de
Tarantino. E sendo o maior desse diretor, já faz parte dos maiores filmes
produzidos até hoje. É uma pena que tal opinião desse humilde cronista é
minoria. Tarantino ainda é entendido por poucos. Admirado como cool para uma minoria. Não é a toa que
seus filmes são tão difíceis de achar nas salas de exibições (e principalmente nos
shoppings centers) suburbanos.
Culpa
do publico suburbano? Não acho. Por que teríamos que questionar também se
realmente este grande diretor é realmente entendido por esse publico que o
considera tão cool. Para você leitor,
basta um pingo para entender o que quer dizer “cool” em nossa terra tupiniquim livre de qualquer tradução
estrangeira. A verdade é que seus filmes fazem parte de um publico que
realmente o entende: o publico que o conhece desde seus primeiros filmes.
| Acesse outras criticas clicando aqui. |
Quanto
às interpretações mencionadas acima, meu troféu “brincô” vai para Leonardo
DiCaprio (Calvin Candie.
Sinhozinho da Casagrande. Megalômano e afetado.). Primeiro porque conseguiu
roubar a cena de nomes “cascudos” como Christoph
Waltz (no papel do educado psicótico caçador de recompensas, o alemão Dr. King Schultz que devido a sua
memorável interpretação seria preterido ao troféu “brincô”), Walton Goggins (Billy Crash), Jamie Foxx (no papel título Django “livre”), Kerry Washington (Broomhilda – Esta atriz já é conhecida
nossa como Alicia Masters, a namorada
do Coisa na franquia Quarteto Fantástico e já merece um papel
de melhor destaque em Hollywood. Não a toa indicada para trabalhar com
Tarantino.) e Samuel L. Jackson (Stephen
- um escravo da Casagrande que goza de privilégios por servir gerações da família
do sinhozinho Calvin Candie . deixo aqui em aberto uma análise especial a este
personagem quanto estudo de comportamentos raciais e o estranho relacionamento
com o sinhozinho, e a parte, o sinhozinho com alguns outros personagens da
Casagrande). O fato de ter citado o nome de Samuel
por ultimo não significa ordem de importância. É porque não o coloco nesta “competição”.
Ele ganha de mim o troféu “único” (por
falta de adjetivo melhor). Dado a poucos pelo simples fato de se tratar de Samuel
L. Jackson. Na mesma categoria que eu colocaria atores únicos como Al
Pacino, Robert De Niro etc... não preciso me prolongar muito, né!?
Voltando
a Leonardo de Caprio e seu
personagem, considero justo o troféu, além dos óbvios motivos acima descritos,
um em especial e que me respaldo em uma declaração do próprio Tarantino. DiCaprio já vem trabalhando duro e tem
eu seu currículo filmes suficientemente sólidos para abandonar de vez seu estigma
de ator “Doryan Gray” em filmes como Romeu
e Julieta e Titanic. E por isso durante o set sempre procurou se
informar com o diretor sobre o andamento de seu personagem numa busca de perfeição
as expectativas de Tarantino. Desde Gangues de Nova York de Martin
Scorsese, Di Caprio abandonou seu estigma. Seu retrato pintado fora destruído.
Bem parecido com um outro ator que também merece meu respeito e que por superar
seu rostinho bonito e criticas bem mais sérias como ter dificuldades de
apreender falas (mas isso é claro uma idiotice maldosa e infundada). Prefiro
apenas mencionar seu segundo nome... Cruise.
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