segunda-feira, 18 de abril de 2011

QUADRINHOS CONCEITUAIS

RAPERIFERIA


 
Invocando o grito de Cézar Z (rapper falecido em 1996 e que, infelizmente , teve seu pouco registro em fita k7 perdido para sempre.) caminharemos pela poesia urbana através do olhar de artistas que hoje integram o projeto universidade das quebradas (ver postagem anterior).
O ingresso da viagem é apenas o tempo em que você estará disponível em frente ao seu computador. Julgo não estar tão caro.
boa viagem.



OLD MAGIC PALLAS musica: STAGAZER



Banda Brasileira de 1995.

domingo, 17 de abril de 2011

UQ: UNIVERSIDADE DAS QUEBRADAS!

Para fazer esse texto, pedi para os colegas e professores mandarem suas impressões. Reproduzo um trecho do relato de Julio César dos Anjos, sobre a importância de sabermos teorizar/pensar sobre o nosso trabalho ao comentar a proposta de seminário que nos foi pedida pelos professores:
“(...)Eu sei que assusta, passei por isso várias vezes. Sou estudante de História das Artes e logo no primeiro período tive que apresentar um seminário sobre um determinado texto. Só que a única diferença é que na Universidade onde estudo, tive que defender meu entendimento sobre um texto que li há pouco tempo para um pessoal que tinha certa linguagem acadêmica antes mesmo de estarem lá por possuírem um capital cultural herdado (assunto esse que discutirei no seminário), ao contrário de mim que venho do subúrbio, da periferia. A vantagem de vocês é que defenderão seus próprios trabalhos para uma galera que fala e entende a nossa linguagem.
Mas nossa obrigação não termina aqui. Temos que levar nossa poesis não só a periferia. Temos que fazer ouvir em todas as classes sociais nosso grito, nossa arte e fazê-los sim, não só entender como participar dessa pluralidade que é a cultura do asfalto, dos morros, dos subúrbios, das baixadas, do interior, etc. Esta é a nossa contraindicação a toda essa violência urbana que já atingiu todos os níveis sociais. (grifo nosso)
Esse é um dos objetivos da UQ: mostrar que é possível sim. Que estamos aqui para manter este diálogo começando pela academia. Mas para isso, a comunicação terá que ser recíproca. Para que possamos nos fazer entender é preciso nos permitir entender.”
Matéria completa aqui:

http://www.joaodorio.com/site/index.php?option=com_content&task=view&id=732&Itemid=127




VALEU!



 
Trata-se de um road movie latino-americano, onde um elefante indiano que cai no cerrado brasileiro e perde a memória, uma tamanduá vegan que o idolatra e uma colônia de cupins que acham que são de outro planeta viajam juntos  num trem a vapor. Em cada episódio a trupe estará num ponto da américa do sul esbarrando com urubus filósofos, pinguins punks, formigas piratas, celebridades bovinas e outros bichos. 
E prepare-se pra seguir viagem até Manguetown no episódio inédito dessa semana, onde um macaco-prego galego vai meter Gajah numa bela furada. Conheça  o mestre escapista do ilusionismo: O Grande Rudinei.

















LOCOMOTIVA DISCOS!


Gilberto Custódio é uma lenda (broder) do (space) guitar band nacional, e tocou numa das melhores bandas do estilo o COMESPACE. http://lazerguidedmelodies.blogspot.com/ Com dandismo pulistano fez mix tapes, lançou zines (Esquizofrenia eu conheci) fez festas bebeu pro seco. Agora estou com uma loja:
Procure por Locomotiva Discos.
Ou visite pessoalmente na Galeria Nova Barão:
Rua Barão de Itapetininga, 37, Loja 51 (Rua Alta)
(Entrada também pela Rua Sete de Abril, 154) Metrô: Anhangabaú / República
Telefone: 3257 5938
Horário de funcionamento:
das 11hs às 20hs, de segunda a sábado

terça-feira, 12 de abril de 2011

AOS BERROS FILME FESTIVAL: PRIMÓRDIOS DO PUNK MINEIRO!!!



O Festival Aos Berros de Cinema e Música Independentes partiu da iniciativa de reproduzir desdobramentos culturais a partir do documentário Aos Berros – Movimento Punk em Juiz de Fora.
O documentário conta a história do movimento punk em Juiz de Fora – MG em meados da década de 80.
Durante a pesquisa verificou-se que as particularidades geradas pelo movimento punk continuam presentes na cidade e no país até os dias atuais. Porém, as bandas têm pouco espaço para mostrar o trabalho, pois o punk e o hardcore "originais" são estilos que não possuem viés comercial.
O documentário foi uma produção audiovisual totalmente independente, com orçamento praticamente zero. Essa realidade de produção é muito comum e também tem pouco espaço, pois assim como o punk e o hardcore, essas produções geralmente não são "enlatadas" para o mercado. Portanto o Festival também abre espaço para os produtores audiovisuais.
O Festival Aos Berros de Música e Cinema Independentes faz parte do lançamento do documentário Aos Berros. Após o festival, o filme estará disponível para download gratuito através do site http://aosberros.com
O evento é patrocinado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Juiz de Fora – MG.
Para regulamento e inscrições clique aqui!