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sábado, 27 de junho de 2015

Documentário Sobreviventes - A história depois do Carandiru


Documentário Sobreviventes - A história depois do Carandiru 

Documentário produzido por alunos de 4ºano de Jornalismo da PUC-Campinas.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Fala Tu [2003] - Filme Completo




Fala Tu [2003] - Filme Completo



Documentário brasileiro dirigido por Guilherme Coelho lançado em 2003. 

Fala Tu acompanha o cotidiano de três pessoas da zona norte do Rio de Janeiro. Suas vidas, seus sonhos, suas intimidades. Elas não se conhecem, mas têm uma coisa em comum: são rappers e sonham em se tornar músicos profissionais. 
Macarrão, 33 anos, pai de duas filhas, é apontador do jogo do bicho e mora no Morro do Zinco, no Estácio. Combatente, 21 anos, trabalha como operadora de telemarketing, freqüenta a Igreja do Santo Daime e mora em Vigário Geral. Toghum, 32 anos, é vendedor de produtos esotéricos, budista e morador de Cavalcante. O filme mostra o local de trabalho, os estúdios improvisados, as rádios piratas, as cerimônias religiosas, a casa e a família dos três, procurando entender como o rap mudou o cotidiano deles e como usam a experiência de vida para escrever as letras das canções. 
O filme participou da Seleção Oficial do Festival de Berlim, em 2004.

Direção: Guilherme Coelho
Produção: Maurício Andrade Ramos, Mano Thales, Nathaniel Leclery, Guilherme Coelho
Roteiro: Nathaniel Leclery
Fotografia: Alberto Bellezia

domingo, 8 de fevereiro de 2015

A BATALHA DO REAL


A BATALHA DO REAL (2003)
Battle for Real

Produção: Tarja Preta Terrorismo Editorial
Formato Original: Mini-DV
Duração: 5'05"
Diretor: Matias Maxx
Gênero: Documentário
Câmera, reportagem e edição: Matias Maxx

Todo sábado, MCs da nova geração de Rap carioca se encontram para disputar a "Batalha do Real", um duelo de rimas e improvisação.

Participação de Aori, Dj Babão, Marechal, Don Negrone, KKCula e Funnk.

Premiado com "Melhor Atuação" para os MCs Don Negrone e Marechal
no Festival Cine Esquema Novo 2004 (Porto Alegre - RS)

www.cucaracha.com.br

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Projeto Piloto - Fanzines na Era Digital

Projeto Piloto - Fanzines na Era Digital

Produção, Reportagem, Imagens e Edição: Caubi Scarpato
Supervisão: Débora Lapa Gadret
Realização: Agexcom/2014

Trilha: Booker T & the M.G.`s (Baby, Scratch my Back)

(contem Márcio Sno!)

sábado, 3 de maio de 2014

Madame Satã -- O Importante é Ser Eu e Não o Outro

 

Madame Satã -- O Importante é Ser Eu e Não o Outro 

Em vinte e um de outubro de 1983, na Rua Conselheiro Ramalho, 873, nasceu o Restaurante Cultural Madame Satã. Uma revolução na noite paulistana. A partir do sonho de dois irmãos -- um deles ex-seminarista -- e de duas irmãs, que participavam de teatro mambembe nas periferias da cidade, a casa começou a surgir.
Engajados no teatro, os quatro reuniram-se e decidiram criar um espaço que, mais tarde, culminou em uma inestimável contribuição para a disseminação de todo o tipo de arte. Márcia e Miriam Dutra, Wilson José e Williams Silva, sem saber, deram início ao que se tornaria um templo, um mito da noite paulistana. Com a ajuda de José Cláudio Mendes (Zé Cláudio) que, além de ser um engajado no assunto, tinha acabado de retornar de Nova Iorque, trazendo muitas ideias e inovações, o espaço passou de Restaurante Cultural a casa noturna e abrigou desfiles, shows, peças de teatro, performances e muitas histórias.
Desde então, nada continua o mesmo. Suas paredes ainda ecoam as vozes das almas que ali passaram, gritando e exclamando por liberdade, felicidade, socorro, atenção. Um local onde quem o habitasse poderia se sentir inteiro, completo. Experimentar novas sensações, conhecer outras pessoas e alimentar-se de informações.
Em nossas mãos, pudemos lapidar mais do que a história de uma casa noturna. E, pode ser que a princípio se julgue assim, mas um olhar mais crítico e cuidadoso permite perceber uma temática bastante elaborada além da simplicidade inicial.
Na década de 1980, o Brasil sofreu inúmeras transições. No centro das atenções e dos problemas, o Regime Militar instaurado em 1964 paulatinamente esvaía-se, permitindo à população ganhar mais autonomia e poder de decisão em diferentes âmbitos. Historicamente, a cidade de São Paulo tem sua importância que aumentou gradativamente no decorrer do último século. Nos anos 1980, a capital paulista já era uma metrópole com os ares da miscigenação populacional, causada pela migração e imigração.
Economicamente, já era a principal cidade do país e, culturalmente, um polo de informações e ideais.
O Madame Satã trouxe para São Paulo o conceito de cultura underground. Neste espaço, a juventude paulistana pôde expressar e experimentar suas faces, mostrar sua irreverência e testar sua ousadia.
Hoje, quase 30 anos depois de seu auge, a casa foi reaberta sob o nome "Madame" e sem vínculos com os antigos donos. Alguns frequentadores continuam nos caminhos de antigamente. Outros pegaram os desvios do destino e seguiram em direções opostas. Família, idade, trabalho, sonhos. Tudo agora é diferente. Entretanto, todos têm dentro de si as lembranças de um tempo que ficou para trás, com experiências que não voltam e com muitas pessoas que já morreram.
O documentário é um quebra-cabeças de lembranças, que tenta levar para dentro do Madame Satã quem nunca esteve entre aquelas paredes, assim como levar de volta ao casarão quem lá viveu estas tantas histórias.
Produzido e editado por:
Daniel Mori
Gabriela Prosdocimi
Nivia de Souza
Raphael Calles
Imagens e Edição:
Rafael Ribeiro Mori
Márcio Komesu
Contato: docmadamesata@gmail.com
facebook.com/docmadamesata

domingo, 27 de abril de 2014

Livrar-se da culpa e do sentimento de posse já é um ótimo caminho para buscar intensidades



Livrar-se da culpa e do sentimento de posse já é um ótimo caminho para buscar intensidades como trocas na existência. Afinal, buscamos isso e costumamos chamar estes sentimentos de “felicidade” em nossas vidas. O documentário é bastante perspicaz em trazer a voz feminina em primeiro plano. Afinal, foram elas, as mulheres, principais vitimas de séculos de opressão patriarcal-ortodoxa (e ainda são em muitas sociedades do globo). O que sugere que a liberdade de amar e manter relações ultrapassa até mesmo  as fronteiras de gêneros e opções sexuais. Talvez seja este o caminho. Uma sociedade livre do egoísmo e que precisa assumir, sem neuras, seu fluxo de conexão e complementação entre pessoas. Os prazeres só tem a agradecer  com isso.
JC Anjos

Sinopse:
Em uma sociedade onde predominam valores afetivos monogâmicos, algumas pessoas escolhem um arranjo de relacionamentos que está se tornando conhecido como Poliamor.

O filme aborda assuntos como amor romântico, poligamia, traição, ciúmes, amor livre, swing, vida de casais, paixão, amor eterno e outros temas relacionados a afetividade e sexualidade.

Festivais
Prêmio André Carneiro de curta-metragem. Curta Atibaia 2010.
Melhor Roteiro Festival Close de cinema da diversidade sexual 2011.
Festival Mix Brasil
Festival Curta-se 11

(Documentário, HD, Brasil, 15 min, 2010)
Contato:
zeagripino@gmail.com
twitter.com/zeagripino